Sarau da Seis

Sarau da Seis

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012


…No meu sertão atraz do pé de serra, à cantoria nas noites de luar
Sou um caboclo nordestino, brasileiro do sertão
Cantador de versos, pra teu coração
Um verso simples,uma prosa pequena mais com muita emoção.

E quando a lua cheia alumia os ceus
Vejo no olhar da menina,faceira e pequenina
O tanto de bem-querer que ela tem por mim.

Um caboclo sem rumo, um passaro a voar sem direção
Um galhio seco, na solidão do sertão…

Antônio Pablo

domingo, 5 de fevereiro de 2012

“... Pode falar minha flor
Que estou te ouvindo amada minha
Luz que alumia meu coração
Que faz de mim poesia
Que saudades de sua voz, seus encantos...” 


Antônio Pablo

quinta-feira, 3 de novembro de 2011




Hoje à noite esta tão fria, tão solitária, esta chovendo muito, compondo certa canção em dueto com o meu coração.
Não to conseguindo dormir! Da janela do meu quarto posso ver como se desenha as notas musicais, são lindas e ao mesmo tempo a vejo-as tão sozinhas em sua rítmica natural, seguindo simplesmente seu destino.
Mais uma saudade toma conta de mim, uma ansiedade um aperto no coração
E é engraçado que escrevo esses versos a papel e a caneta, já tava com saudades, faz tempo que não sinto o cheiro da tinta, das folhas em branco, e a textura do papel que tanto me encanta, e ver como os simples erros me faz lembrar palavras e ver mesmo depois delas rabiscadas e a letra tremida como as lembranças são fortes e ainda meche tanto comigo.
Voltar a escrever assim confesso que me faz sentir criança e como se estivesse em casa, totalmente protegido e acolhido.
E em umas das minhas lembranças de criança eram as noites de chuva, mais literalmente diferente da de hoje. Pois nessa época como era bom o cheiro de terra molhada o cafuné e o colo de vovó.
Mais agora me vejo no quarto frio e solitário ouvindo boas musicas buscando nelas a inspiração que preciso para compor minha vida.
E se me perguntarem como são escolhidas as palavras que compõe essa historia: simplesmente lhes responderei que não sou eu que às escolho-as, mais sim elas que me encontram e eu só as transmitam, e me sinto um abençoado...

Antônio Pablo







sábado, 17 de setembro de 2011

Sou teu nego


Me chama de amor!!!!
Ficar comigo
To com saudade
Do teu cheiro teu calor

Me abraça forte
E me beija a boca
Te faço um dengo
Sou teu nego

Te faço cafuné
Meu bem querer
Toda manhã
Te trago café na cama, na cama.

Com flores, sorrisos abraços e beijos da manhã
O minha flor sou teu beija flor
 Linda flor meu lindo amor

Linda luz no meu coraçao
Que faz Tum, Tum, Tum, Tum
No meu coração.

Antônio Pablo


segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Melodia de Amor



 Tu es a estrela de minha noite
 Todo tempo do mundo penso em ti namorar
 Confesso que do teu brilho preciso para viver
 E de seus carinhos nunca mais esquecerei.

Amor, amor vem dançar, da melodia dos seus beijos provarei
Amor vem pra Ca, dos seus carinhos nunca mais esquecerei

Mais quando chega a noite e não te vejo
Eu penso humildemente em você
Nas palavras de amor que você fala e na espera de um beijo seu.


Antônio Pablo

terça-feira, 12 de julho de 2011

Bem Que VIMOS: E a Mínima Demos

 Que a magia da noite possa te encher os olhos,
 Afagar teus sonhos tão esperado, e ao cair de uma estrela cadente
Sinta-se um abençoado.
Que todos os dias ao amanhecer iluminem tua alma, renove suas energias.
 E que o por do sol possa contemplar todo seu amor, e que o céu vermelho chama da paixão beija-te a boca com sabor de humano,
Abre os braços diante do por do sol e do mar, como é bom viver!
Bate palmas que La se vai mais uma estrela a brilhar
E agradece ao pai por ver, ouvir e sentir a natureza se manifestar.
Sua estrela vai brilhar, seu amor vai chegar seus dias vão melhorar
Talvez uma arvore vai te encontrar e te contar uma historia de um casal de bem ti vi
Vamos preservar, nos apaixonar, nos emocionar nos sensibilizar
 Diante de mim morreu um bem ti vi, que vinha com sua amada voando pelos ares para um encontro romântico em uma copa de uma arvore, um deles se esbarrou em nossa invasão e morreu aos meus pés, como foi triste ver o sobrevivente sem rumo sem ambiente chorando em um desespero sem fim, sentir uma dor tomar conta de mim, eu ajoelhei-me diante dele e chorei pelo o crime que ajudei a acontecer.

Antônio Pablo